Câmara decide manter prisão de Chiquinho Brazão
- observatorioudfon
- 22 de abr. de 2024
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A câmara dos deputados decidiu manter a prisão do deputado
federal Chiquinho Brazão, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes em 2018.
Texto por: Danielle Guirra
Esse assunto foi destaque na última semana aparecendo em diversos veículos de comunicação. Observando três veículos é possível notar como a mídia vem trazendo à tona essa pauta.
O jornal Gazeta do Povo publicou a matéria sobre a decisão da Câmara dos Deputados e foi o único que mostrou o que diz a defesa de Chiquinho Brazão. Segundo o advogado, Cleber Lopes, que representa o deputado, não houve flagrante para prendê-lo. O jornal utilizou o trecho da fala do advogado:. “Meu cliente está preso por uma delação que eu não posso ter acesso. Meu cliente está jogado no sistema penitenciário federal, em isolamento de 23 horas e com apenas uma hora de banho de sol. Inclusive, ele não pode participar desta sessão porque não há agentes ou conexão com a internet na prisão”, afirmou.
Já o veículo independente Mídia Ninja optou por ressaltar os partidos que mais tiveram votos favoráveis para a soltura do acusado, como fica claro neste trecho da matéria: “Além do PL, o partido União, que anteriormente abrigava Chiquinho Brazão antes de sua expulsão após a prisão, deu seis votos favoráveis à soltura do congressista. Outros votos favoráveis vieram do Republicanos, com três votos, do PRD, com dois, e do Podemos, com um voto”.
O terceiro veículo observado foi o G1. O portal trouxe a informação de que houve uma tentativa de esvaziar o plenário e impedir que a votação alcançasse o mínimo de votos necessários, detalhadas no seguinte trecho da matéria: “Siglas de centro articularam, ao longo desta quarta, uma mobilização para esvaziar o plenário e impedir que a votação alcançasse o mínimo necessário, em uma repetição do que ocorreu com a análise do afastamento do mandato do deputado Wilson Santiago (PTB-PB) em 2020”.



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